❄️ NEVE DEIXA CERCA DE 50 CAMINHÕES DE EMPRESA DE CONCÓRDIA RETIDOS NA FRONTEIRA ENTRE ARGENTINA E CHILE
Cerca de 50 caminhões da Transportes Silvio, empresa de Concórdia, no Oeste de Santa Catarina, estão retidos em meio às fortes condições de inverno que atingem a Cordilheira dos Andes.
Os veículos aguardam condições de segurança para seguir viagem pelo Paso Pino Hachado, passagem internacional que liga a província de Neuquén, na Argentina, ao Chile.
Segundo a CEO da empresa, Francine Roman, os caminhões estão entre os veículos afetados pela sequência de fechamentos e restrições provocados pela neve.
De acordo com a empresária, as fronteiras entre Argentina e Chile já permanecem fechadas há mais de 20 dias em alguns períodos, causando grandes impactos ao transporte internacional.
A neve acumulada, o gelo e o chamado “vento branco”, que reduz drasticamente a visibilidade, tornam a circulação especialmente perigosa para veículos pesados.
Mais de mil caminhões afetados
A situação no Paso Pino Hachado chegou a atingir mais de 1,2 mil caminhões, segundo informações divulgadas pelo governo da província de Neuquén.
O trecho da Ruta Nacional 242, entre a aduana argentina e a fronteira com o Chile, registrava corte total no sábado (8), devido ao acúmulo de neve e gelo, baixa aderência da pista e presença de vento branco.
Equipes permanecem trabalhando na limpeza e manutenção da rodovia, enquanto as autoridades monitoram permanentemente as condições meteorológicas.
O governo de Neuquén também mantém estruturas especiais para atender caminhoneiros que ficam retidos durante os períodos de fechamento da passagem internacional.
️ Impacto no transporte brasileiro
A paralisação representa prejuízos para as empresas de transporte internacional, afetando prazos de entrega, programação das cargas, disponibilidade dos motoristas e utilização dos veículos.
A situação também demonstra a força do inverno na Cordilheira dos Andes, onde neve, gelo, ventos fortes e baixa visibilidade podem interromper completamente importantes corredores rodoviários entre Argentina e Chile.
As autoridades recomendam que os motoristas consultem os boletins oficiais antes de iniciar viagens pela região.
Fonte: Oeste Mais / Observador Regional
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